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Osteossarcoma | Dr. Daniel Rebolledo

Osteossarcoma

O osteossarcoma é o tipo de câncer ósseo primário mais comum, ou seja , é o tipo de tumor ósseo maligno mais comum que se origina do osso, diferente das metástases que se originam em outros locais e se disseminam até o osso.

Este é um tumor raro, sendo que cerca de metade dos casos ocorre em pacientes com menos de 20 anos de idade, sendo o câncer ósseo mais comum em crianças e adolescentes.

A maior parte dos osteossarcomas não tem causa aparente ou fatores predisponentes, mas alguns estão associados com síndromes genéticas e outros com irradiação ou doença de Paget prévia.

O sintoma mais comum do osteossarcoma é dor, mas pode apresentar aumento de volume local e fraturas.

O diagnóstico pode ser suspeito pela radiografia simples e exames como tomografia computadorizada e ressonância magnética. O diagnóstico é confirmado com uma biópsia.

O tratamento do osteossarcoma é feito classicamente com quimioterapia e cirurgia. Este é o melhor esquema de tratamento para tratar a doença localmente e para evitar ou tratar as potenciais metástases.

A cirurgia preservadora de membro é possível de ser realizada em cerca de 90 % dos casos e o osso ressecado pode ser reconstruído com o uso de próteses, transplantes ósseos ou até com o osso da fíbula do próprio paciente.

PerguntasFrequentes

Quais os sinais e sintomas do osteossarcoma?

A apresentação clínica varia de acordo com tipo, idade e local do tumor.

De maneira geral, o sintoma mais frequente é dor. Uma dor que inicia leve e passageira, mas que rapidamente progride em intensidade e duração, com piora noturna e com necessidade de uso de analgésicos potentes. 

Com o passar do tempo, pode haver rápido aumento de volume local e dificuldade para movimentação da articulação.

Alguns casos, podem evoluir com fratura espontânea (patológica).

Assim como em outros tipos de câncer, o osteossarcoma pode se espalhar para outros locais do corpo, o que chamamos de metástases.

Quais os locais mais comuns do osteossarcoma?

O osteossarcoma surge geralmente nos ossos da região do joelho, sendo o fêmur distal e a tíbia proximal, os locais mais comuns.

O ombro (úmero) também é um local relativamente comum, seguido da região do quadril ( fêmur proximal) e punho (rádio distal).

Em adultos, os ossos da bacia também podem ser acometidos.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é suspeito pela história clínica, exame físico e exames de imagem.

A radiografia simples é um exame importantíssimo, e na maioria das vezes com sinais característicos deste tumor, com lesões formadoras de osso( blásticas) e destruidoras de osso ( líticas).

A Ressonância Magnética é importante para definir os limites do tumor, verificar se o mesmo saiu do osso, e verificar sua relação com estruturas importantes como músculos, vasos e nervos.

A Tomografia Computadorizada de Tórax é importante para verificar se o tumor caiu na circulação sanguínea e se implantou no pulmão (metástase).

O diagnóstico é confirmado por uma biópsia , que consiste na retirada de pequena quantidade de tumor para análise de patologista. Esta biópsia pode ser feita por agulha, ou por um pequeno procedimento cirúrgico.

Como é feito o tratamento do osteossarcoma?

O tratamento do osteossarcoma é feito classicamente com quimioterapia e cirurgia. Este é o melhor esquema de tratamento para tratar a doença localmente e para evitar ou tratar as potenciais metástases. Este tumor não responde ao tratamento com radioterapia.

Normalmente é feita quimioterapia antes e depois da cirurgia.

A cirurgia, tem vários objetivos e pode ser extremamente complexa, com a necessidade de outras especialidades em conjunto, como cirurgia plástica e vascular. O objetivo principal da cirurgia é retirar o tumor com margens de segurança para evitar recidiva da doença.Isso inclui a musculatura que está ao redor do tumor e em muitos casos, vasos, nervos e osso que podem estar invadidos pelo tumor.  O resultado funcional de uma cirurgia de ressecção do sarcoma de Ewing pode ser muito bom, mas em casos mais agressivos, pode haver grande déficit funcional, complicações e sequelas.

O segundo objetivo da cirurgia é preservar o membro com a melhor função possível. A cirurgia preservadora de membro é possível de ser realizada em cerca de 90 % dos casos. Após a ressecção do tumor, o osso que foi retirado deve ser reconstruído. Podem ser utilizadas próteses modulares, que são próteses que são montadas no momento da cirurgia para que tenham o mesmo tamanho do tumor retirado. Outras opções são o transplante ósseo,com osso de banco de tecidos  ou autotransplante com o osso da fíbula do próprio paciente.

Nos casos em que o tumor está muito avançado no local, pode ser necessária a cirurgia de amputação.

Qual o prognóstico?

O prognóstico dos pacientes com osteossarcoma depende principalmente da localização do tumor, do estágio da doença e da resposta ao tratamento.

Com o advento da quimioterapia, a sobrevida em 5 anos dos pacientes com osteossarcoma chega a 60-70%.

Em mais de 90% dos pacientes, é possível realizar uma cirurgia com preservação do membro.

O que o paciente com Osteossarcoma deve fazer?

Nunca é fácil o receber o diagnóstico de câncer.

É importante que o paciente tenha o maior conhecimento possível sobre sua doença e seu tratamento, e que mantenha a proximidade e o apoio de amigos e familiares.

O pensamento positivo e confiança na equipe que realizará o tratamento é fundamental para um bom resultado. 

O mais importante para o sucesso do tratamento do osteossarcoma é realizar um diagnóstico precoce e realizar o tratamento em centro especializado no tratamento desta doença de alta complexidade para que a quimioterapia, a cirurgia  e todo a abordagem multidisciplinar sejam feitas da melhor maneira possível.

Dr. Daniel Rebolledo

  • Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)
  • Membro da Sociedade Internacional de Salvamento de Membro (ISOLS)
  • Médico Assistente do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP)
  • Médico Consultor do Grupo de Oncologia Ortopédica do Hospital Mário Covas da Faculdade de Medicina do ABC
  • Membro da Associação Brasileira de Oncologia Ortopédica (ABOO)
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